Achando as palavras, histórias e os significados desse mundo... ;-)
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carlos alberto fialho escrito em: 24. Jul. 2011 ás 16:37:28 |
Comentário a Crónicas de Londres Uma das linguas, que maiores contornos tem tido em matéria evolucionista; não sei se com "acordos ortográficos ou não". No entanto, o que mais sobressai nesta evolução, é a introdução da linguagem tecnológica, proveniente dos EUA e, também, creio, da necessidade dos orientais - Japão e Coreia do Sul - ultrapassarem as suas barreiras, não tanto linguisticas, mas essencialmente ortográficas. Culturalmente, é de minha opinião, que o Inglês estará a perder a sua irudição, principalmente aquela a que nos habituou Oxford, e, que, correrá o perigo de se diluir no tempo, nas outras milhentas de linguas do planeta. Instrumento primeiro da colonização industrial mundial, o Inglês é hoje somente uma peça de ferramenta - a mais importante - no mundo económico. Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 07. Mai. 2011 ás 14:18:56 |
Comentário a Crónicas de Londres
« Será que a inglaterra, ainda vive nos tempops medievais? Por vezes, faço essa pergunta a mim mesmo. Podem-se casar, divorciar, morrer ou acontecer o que acontecer, na Dinamarca, Suécia, Noruega, Bélgica, etc, que não se fala nisso, mas aqui, aí, em Inglaterra, faz-se gala desses acontecimentos e, ainda o exportam. Mas no entanto, curioso ou não, até eu que me julgo imune a determinados acontecimentos, acabo por seguir com algum interesse. Será por ter ganho simpatia por Diana?! Secalhar! Será que William segurá as pisadas do pai e do Tio-Avô? Ou será que as recordações infelizes da mãe, farão dele um exemplo de honestidade e dedicação à família? Ou voltarão a repetir-se as cenas de Henrique VIII? Uma coisa é quase certa: ele será o Herdeiro de Isabel II, pois o Pai está há muito ultrapassado em dignidade para o cargo. Felicidades aos noivos. »»
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 14. Apr. 2011 ás 20:14:38 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« Pouco há a dizer sobre o tema, porque este, fala por si. A Cultura, principalmente a Arte; seja pintura, musica, escultura, teatro; esta é sempre a alma e a memória de um Povo. No nosso país, embora já fosse pior, a Cultura continua a ser a menina pobre do poder. O pouco que há, deve-se quase por inteiro, ao esforço do poder local e de Privados. De fora, pouco nos chega, e o que vem, é geralmente da Arte Moderna, o que está longe de nos trazer uma mostra da "Alma"dos ouitros. Que sabemos da Hungria? Da Austria? Dos países nórdicos? Até mesmo dos nossos velhos Aliados, pouco ou nada sabemos. Por incrivel que pareça, até das nossas ex Colónias, nada sabemos. Enfim, critérios dos nossos responsáveis, que nos ajudam a atrasar ainda mais...!»»
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 07. Apr. 2011 ás 22:47:12 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« Principal fonte energética a nivel Mundial, o Petróleo está em vias de extinção. E, isso, será um problema, se entretanto a visão dos homens do capital, não mudar, voltando a ter os rasgos do século XIX. Nessa altura, em plena expanção do capitalismo, o ouro negro foi o impulso da corrida ao capital. Com a extração, trasformação e utilização como meio energético, e, ainda com outros aproveitamentos, o petróleo abriu as portas a uma série de industrias a montante e a josante, que criaram monstruosas mais-valias, que deram origem a industrias e negócios completamente fora do ramo petrolifero: bancos, transportes especializados, farmaceuticas, e, até na agricultura. São portanto, todos esta espécie de fábricas de dinheiro, que estará em perigo quando o viscoso acabar. Energias alternativas? Sim há: a eléctricidade e o núclear.Mas como vamos nós desenvolve-las, se o próprio petróleo, é a principal fonte energética do fabrico de eléctricidade, e, do núclear, todos têm medo? Pessoalmente, sou favorável à energia nuclear, não só para o fabrico de eléctricidade, como também, fonte directa. Mas, para isso, é necessário renunciar aos lucros fabulosos de agora, porque o investimento é enorme, principalmente a nível de segurança. Será que merece a pena, para os senhores do capital? Merece; desde que invistam em novas industrias, sob pena de aumentar a miséria entre os trabalhadores. Para isso, têm de ser criativos; não podem investir só nas comunicações. Têm de investir em novos meios de transporte, novas máquinas ferramentas, novos produtos de 1ª necessidade, deminuir o tempo de trabalho e aumentar o poder de consumo. Se isto não for resolvido em tempo recorde, então o Mundo entrará numa verdadeira recessão, e não em recessõeszinhas como as que agora ameaçam um país ou outro. Uma recessão global, é equivalente ao fim da sociedade, e, secalhar, da raça humana. O fim do petróleo, por muito negativo que possa parecer, pode por sua vez ser, o principio de uma nova ordem Mundial, mais justa e democrática. »» Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 31. Mrz. 2011 ás 20:53:01 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« Finalmente, um artigo sobre o produto mais genuino do País: o vinho, é algo que diz respeito à nossa maneira de estar.Poucos são os que não aderem a tão bom nectar, seja ele Minhoto, Douriense, Beirão, Estremenho, Ribatejano ou Alentejano. Por falar em regiões vinhateiras, parece que as zonas do Cartaxo e Oeste, ficaram esquecidas..., ou beberam tudo antes de lá chegar? Vinho. Um produto que satisfaz as necessidades nacionais e é exportado. Pelo meio, alimenta uma industria transformadora, que dá emprego a muita gente. Um exemplo daquilo que deveria ser o desenvolvimento da economia do país em todos os sectores. Ignoro se são feitas iniciativas no género, noutros países, mas se não o são, deveria ser. Que sirva de exemplo, para o sector, e não só. Neste caso, merece a pena ser considerado um país de "borrachões"!! »»
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 22. Mrz. 2011 ás 22:45:03 |
Comentário a Crónicas de Londres « Confesso, que já me custa ouvir falar de "Camarate". Este caso, se é um caso, já foi há tanto tempo, que a única coisa que é agora, é a vergonha da nossa Justiça. Não sei, e dúvido que alguém saiba, se foi atentado ou não. Tudo indica que sim, mas, houve, há e ainda irão haver tantos acidentes com aeronaves, que esta maneira de encarar Camarate, pode-se dever apenas ao avião, transportar naquele dia e aquela hora, algumas individualidades da cena política de então, e, entre elas, o Dr. F. Sá Carneiro, 1º Ministro na altura. No entanto, e em opinião pessoal, baseado em certas declarações saídas na imprensa aquando a pretensa confissão de um tal José Esteves, é que o atentado, não teria como alvo o então 1º Ministro, até porque ele, terá recorrido aquele meio de transporte, em último recurso, por atraso no seu horário, mas sim Adelino Amaro da Costa, que segundo parece, teria envolvido num negócio ilicito de fornecimento de armas ao Irão. Seja de que maneira for, um atentado é sempre um atentado, e nem que os mortos sejam só um, já é demais. E, lá porque sou de esquerda, não quer dizer que não admirasse Sá Carneiro. Pelo menos, estava longe de ser o estilo de político a que o PS e até o próprio PSD, nos habituaram nos últimos anos. Era o que era, e acabou; quem não gostasse, metia de lado. Não mentia e não era demagogo. Se realmente o alvo era AAC, então, terá de ser por aí que devem fazer investigações. Mas, confesso que não tenho muitas esperanças. Creio mesmo, que tudo isto novamente, não passa de um choradinho do PSD, que continua teimoso em viver à custa da memória de Sà Carneiro, cada vez que há eleições, e uma maneira de manter mais uma Comissão. Isto, deveria ser apenas um caso de Justiça, porque só esta pode fazer justiça aos familiares das vitimas, e a alguns amigos e políticos sérios, que nunca esqueceram Sá Carneiro, como é o caso do Dr. Freitas do Amaral. Até porque duvido, que o caso seja político, mas apenas criminal, mesmo que o fornecimento de armas ao Irão, fosse uma sanção política internacional. » Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 16. Mrz. 2011 ás 22:13:16 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« A situação no Mundo Árabe é muito confusa. Os esquerdistas, dirão que são manobras da CIA, da MOSSAD ou dos Serviços Secretos Ingleses. A Direita está espéctante, porque secalhar sabe que não é ou não se quer comprometer no caso de ser. Entretanto, Kadhafi, também pode ter razão, quando acusa a Al-Qaeeda e os fundamentalistas islâmicos ( e olhem que ele sempre foi anti-ocidente, em tudo o que não fossem negócios). Mas há uma coisa que é certa: o movimento popular em busca de mais democracia. Seja este movimento instrumentalizado ou não, e seja por quem for, é a ele que os outros povos têm de apoiar, pois é a única salvação para os interesses deles, e, até do resto do Mundo. Não podemos nem devemos esquecer, que dentro de meio século, pouco mais, as reservas de hidrocarbonetos dão o berro, e, é lá, que está a força do Petróleo. Portanto, é do interesse de todo o Mundo, que as coisa tomem um caminho moderado, democrático e de desenvolvimento real na zona. »»
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 13. Mrz. 2011 ás 17:47:52 |
Comentário a Crónicas de Londres
Habituados a prémios ao cinema espectáculo, este ano, a Academia pregou-nos uma partida, e, diga-se, bem boa, a fazer lembrar que também por lá, se pode premiar a qualidade sem fantasias, como se faz em Cannes, Berlim ou Veneza. O "Discurso do Rei" ou a "Origem", mostra que se pode fazer cinema sem recorrer a grandes recursos monetários. Era tempo dos responsáveis pela nossa cultura, olharem para isto. Temos na História, imensos episódios, dignos de serem encenados na 7ª Arte, sem recurso a grandes somas. Uma boa pesquisa pelos meios populares, dá quase certo, umas boas histórias que são transportadas no tempo,como lendas; quer esjam dos tempos dos Romanos, Arabes, Invasões Francesas ou dos Descobrimentos. Secalhar, a terça parte do que se gasta em um ano nos "Morangos com Açucar", algo terrivel, quer em representação, realização e como formação de jovens, daria para contar Viriato ou uma Lenda das Moiras Encantadas. Resumindo: parece que a crise, até os Americanos está a ensinar...
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 02. Mrz. 2011 ás 17:19:25 |
«« Pois é; a diplomacia ?!, a tal que tanto evita a Guerra, como a faz prazo, metendo uns negócios pelo meio. Geralmente, a ideia que se faz da diplomacia, é a de que serve para evitar os conflitos e até, para levar avante grandes negócios, de interesse para as partes. No entanto, actualmennte, esta é utilizada como forma de pressão e chantagem de uns Estados sobre outros. Para negócios, as empresas fazem-no directamente; é por isso, que os governantes quando se deslocam ao estrangeiro, levam atrás de si dezenas de empresários; ou então estes, fazem-no directamente. Por exemplo: a diplomacia, já quase que não é utilizada, entre os EUA e a UE; mas ambos, utilizam-na, como forma de pressão sobre países do Médio Oriente, como é o caso recente e actual, do Egipto, Tunisia e Líbia, onde tentam a todo o custo, manter as coisas com estão, mudando as suas marionetes. Que eu saiba, apenas Kadhafi, e só no inicio, foi tratado como ditador, porque tanto Mubarak como Ben Ali, sempre foram protegidos do Ocidente, o primeiro por servir de tampãp entre arabes e Israel e o segundo pelo Turismo e o Azeite. Kadhafi..., tem o petróleo. A diplomacia, já foi. Hoje, é apenas um proforme. Acabou com a Guerra Fria.» |
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carlos alberto fialho escrito em: 23. Feb. 2011 ás 11:45:30 |
Comentário a Crónicas de Londres: 1 - «« Caucaso?!, e não só. Esse é um problema inerente a todas as ex répúblicas da ex URSS. Porque não se pense, que a situação, mudará muito do outro lado da Rússia: Letónia, Estónia, Lituânia e Bielo-Rússia. E, não tanto, mas também, com a Ucrânia; não tanto, porque esta, era a mais desenvolvida República da União. É necessário não esquecer, que, quer se esteja de acordo quer quer não, com a política Soviética, esta era una para um enorme território, dividindo exitos e descalabros. Certo que houve transferência de cérebros, mas essa transferência, foi inter Repúblicas e as suas capacidades, foram destribuidas por todos, ou não fosse p. ex. a Ucrânia a mais desenvolvida, em detrimento da Mãe Rússia. Até outros países, como a RDA ou a Hungria, disso beneficiaram mais do que a URSS. Uma prova incontestável de que as Repúblicas eram mais independentes do que se faz crer, é a preservação das línguas maternas, que eram as primeiras opções de Escola para lingua oficial, só vindo o Russo em 2º lugar, como lingua de ligação. Também a paz que durante anos por ali reinou, é uma prova da estabilidade conseguida pelo regime, em contraste com o acordar das velhas rivalidades, a partir do momento da restauração do regime capitalista. Há, sem dúvida, uma nódoa em tudo isto: a repressão exercida sobre algumas camadas da população, que normalmente, embora não estivessem com a revolução, deveriam ser tratadas de outra maneira. Principalmente, nos meios inteléctuais, que era onde estavam as possiveis vias de desenvolvimento. Deveriam ter sido instigados a trabalhar para a sociedade, nas suas terras e sem ser à força (um aparte, para lembrar, que era no seio dos mais abastados, que estavam os "DRs, tal como aqui.). Nunca deveriam ser deportados para sitios longíquos. Cada Nação, neste caso as do Caucaso, deveria ter-se desenvolvido conforme as suas capacidades, e só depois, dividir solidáriamente com as outras. Mas, não. Foram obrigados a uma divisão, sem terem super estruturas ideológicas, para isso. Continua... |
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carlos alberto fialho escrito em: 16. Feb. 2011 ás 13:22:47 |
Comentário a Crónicas de Londres.
«Também ouvi muito a BBC. É certo, que não concordo muito com este género de trabalho, assim virado para o lado externo, pois muitas vezes serve de ingerência nos assuntos de outros estados, como o demonstra o esclarecimento da população portuguesa, que ajudou muito na libertação de Abril, ou no fim dos regimes do Leste.Mas, tendo em conta que Moscovo, Pequim ou Tirana, também tinham, a coisa acaba por ficar equilibrada. Mas que era bom ouvir, lá isso era. Pela BBC, se ficou a saber de muita coisa que cá dentro era impossivel saber, e, só por isso, é lamentavel o fim da emissão em lingua portuguesa. Agora se lhe juntamos os efeitos sociais, como o desemprego que vai provocar, então secalhar é desastroso. Esse trabalho, deveria continuar para dentro. A comunidade portuguesa em Inglaterra, e outras comunidades, precisavam de ter noticias e comentários da Inglaterra, na sua língua natal, tal como existe nos EUA ou em França. Aliás, este era um esforço que o Estado português, devia fazer junto dos OCS dos países onde a comunidade portuguesa é maior.» Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 10. Feb. 2011 ás 16:25:37 |
Comentário a Crónicas de Londres:
««Este assunto, já foi abordado por si, não há muito tempo; e, claro, a minha posição mantem-se. Não me assusta muito as alterações do clima: é uma consequência do avanço civilizacional. O que me preocupa, é não se tomarem providências, sabendo como se sabe, algumas consequências dessas alterações climatéricas. Assuntos económicos, grandes lucros com a exploração e comércio do petróleo, estão a impedir estudos e desenvolvimento de outras formas energéticas (sou favorável ao uso da energia nuclear, que apesar de perigosa em caso de acidente, é muito mais limpa e lidada com cuidados extremos), que possam atenuar os efeitos de estufa e consequente alteração climatérica. Mas o Homem vai-se adaptar, ou não fossemos fruto de uma evolução, onde a adaptação contínua a novas condições, é raínha do nosso desenvolvimento.»»
Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 01. Feb. 2011 ás 22:19:12 |
«« Não posso comentar Oprah Winfrey, porque não vejo os seus programas, embora não sejam desconhecidos, porque, creio, passarem por cá na SIC Radical. Talvez por esse genero de programas, em Portugal, serem "rascas", nunca me chamaram a atenção. No entanto, para além de "rascas", estes programas refletem a vida de uma maneira muito individualista. Geralmente, os entrevistadores/moderadores, exploram a vida privada dos entrevistados, mesmo figuras públicas. Não sei se esta famosa entrevistadora, assim funciona, no entanto, isto é o reflexo da nossa sociedade, e, obriga as pessoas a pensar, p. ex. nos politicos, pelo seu ponto de vista pessoal (se tem doenças ou não, se é rico ou não, se se deu bem com o avô e os irmãos, etc., inclusive, se tem amantes ou uma vida boémia). Isso, até será util, pois faz-nos conhecer o género de humano que temos pela frente, mas aquilo que ele poderá fazer pela sociedade, é de longe, muito mais importante. A influência deste tipo de programas televisivos, deveria ser sempre virada para o interesse público. Se ela realmente consegue ter a infuência que dizem ter, e é uma mulher "às direitas" - não confundir com Direita - , então está certo. É pena, é que em Portugal não haja ninguém deste calibre. »» Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 20. Jan. 2011 ás 15:09:32 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« Sempre há alguma coisa que faz despoletar as revoltas, aliás, como em tudo na natureza; é a mudança qualitativa, após o acomular quantitativo de uma série de questões. É o salto natural da mudança. As propinas, ou qualquer outro assunto de momento, é apenas a gota de água que faz transbordar o copo. O movimento estudantil, a que eu prefiro chamar, movimento jovenil, não faz mais do que, consciente ou inconscientemente, manifestar a sua preocupação quanto ao futuro. Desde há muito, que os jovens vêm sentindo a falta de prespéctivas para a vida: ele é o emprego, acima de tudo; é a falsa cultura que lhe é imposta; é a impossibilidade de constituir família e ter um lar; é a instrução, que não corresponde ou aos seus sonhos ou às necessidades do país (aqui a Inglaterra, mas também nos outros lados); etc, etc. Também nós sentimos isso nos anos de 60s do século passado. Também nós conseguimos mudanças para melhor, que no entanto, depois, não conseguimos materializar na integra, falhando, principalmente com os nossos filhos. Espero sinceramente, que desta vez, a juventude não caia nos nossos erros, embora saibamos que também eles vão cometer muitos. Os "arruaceiros", são uma minoria?!, sim são-no sempre, e de duas maneiras: uns porque são os que mais coragem têm e exteriorizam frustações, muitas vezes familiares, e outros, porque são infiltrados pelo "inimigo", para provocar as cargas policiais. Mas no fundo, é o despertar de consciências! »» Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 12. Jan. 2011 ás 20:56:41 |
O Sudão, como quase todos os países africanos abaixo dos litorais mediterrâneicos, sofre de um mal crónico. Tornaram-se independentes consoante as fronteiras, culturas e economias, herdadas das Metrólpoles Colonialistas. Portanto, com todos os interesses que existiam desde o século XV. Para agravar estas situações, sempre se têm instalado no poder, fantoches corruptos, que mais ou menos, têm estado ao serviço dos antigos colonialistas, que agora se tornaram neo-colonialistas. As suas culturas, que deveriam ser ainda ou então evolucionadas dos costumes tribais, estão transformadas à força, em católicos e mulçulmanas, democratas e a comer hamburguers. Resumindo, não me parece ainda, que seja desta vez que o Sudão chega a uma paz de progresso. Anda por lá muito petróleo e terrenos fértieis, para o impedir. Carlos Fialho |
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carlos alberto fialho escrito em: 05. Jan. 2011 ás 21:18:48 |
Comentário a Cónicas de Londres: «« Ano para esquecer?, não concordo. Terá de ser um ano para lembrar, e em todos os seus pormenores. As desgraças e o avolumar da crise internacional, exige que os Povos se concentrem na superação das dificuldades. Todas as desgraças, guerras e crises financeiras apontadas no artigo, têm uma ligação entre si: a sede do lucro, por parte dos grandes grupos financeiros, que de há muito, deixaram de ser interesses capitalistas individuais, para ser interesses dos grandes Trusts. Mesmo a catástrofe do Haiti, embora não previsivel, como as crises económicas, que são visitantes periodicas, agravadas, é exactamente agravada, pelas condições miseráveis em que vive aquele povo, vitima como nós e outros, do tal lucro. Um sismo daquela amplitude nos EUA, p. ex., nunca teria (felizmente) as mesmas consequências. No entanto, com todos os horrores da guerra ou das catátrofes naturais, é a crise económica, consequência da sobre produção para os mercados tradicionais existentes e da expeculação bolsista, onde são geradas "mais-valias" inexistentes, que mais preocupações deve causar. O desemprego e a violência e toda a miséria que trazem consigo, têm de ser combatidas. Os povos, como produtores, têm de ter uma palavra a dizer, sobre a distribuição dessa mesma produção e da riqueza que ela gera. Os meios financeiros internacionais e internos, querem combater a crise, agravando-a ainda mais, pois baseiam-se naquilo que provoca as crises, quando deveriam fazer o contrário: pôr mais dinheiro em circulação, aumentando o poder de compra sem recorrer ao crédito (pagando mais a quem trabalha, que é a grande massa de consumidores), e aumentando a produção com diversação dos mercados e, sim, crédito a baixo juro para as PME, criarem postos de trabalho, porque são elas que produzem; os grandes grupos, são todos da área financeira ou comercial. Enfim, tenhamos esperança. Uma esperança combativa e sólida, crente na força do crer mais e melhor. »» Um Bom Ano a todos. Carlos Fialho |
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Carlos Alberto Fialho escrito em: 28. Dez. 2010 ás 21:15:36 |
Comentário a Crónicas de Londres:
«« Natal, Natal, em Portugal, está a perder a tradição; mesmo a tradição da reunião das famílias. Cada vez estas estão mais dispersas, onde temos de incluir as monoparentais, descendentes de emigrantes e os próprios costumes. Hoje, chega-se a comer em restaurantes a ceia de Natal, em lugar de se o fazer em família. As prendas, especialmente as das crianças, são cada vez mais sem significado: telemóveis, jogos electrónicos, etc., tudo o que serve para as tornar alheadas da família, vivendo só para aquilo. Enfim, vai-se perdendo a tradição, que, embora eu não saiba muito bem, mas em Portugal já vem desde o século XV. Como?, não sei. Há quem diga que é uma festa pagã, outros que é religiosa. Creio que a primeira menção a algo sobre esta maneira de festejar o Natal, vem da Turquia, lá por meados do III século e, refere-se ao Bispo Nicolau e ao seu costume de ofertar coisas aos maios necessitados nesta época do ano. Por mim, apesar de andar afastado da fé tradicional, festejo o Natal, como uma festa de família, e, tenho sempre como principal desejo, festejar o seguinte. Creio ser um desejo legitimo. »» Continuação de umas Boas Festas. Carlos Fialho |
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Carlos Alberto Fialho escrito em: 21. Dez. 2010 ás 21:28:03 |
Comentário a Crónicas de Londres
«« Pois é, as alterações climatéricas, estão a surpreender as pessoas, não só provocando exageros nas suas consequências, como elas vêm fora do tempo considerado normal. Mas, há aqui uma série de pormenores a ter em conta. Por exemplo, como o daquele tipo que trabalhou na Rússia, e diz que lá estava melhor com mais frio do que na Inglaterra. Claro, naquele país, é absolutamente normal, baixissimas temperaturas. Mas ele que não fique desanimado, porque os russos dão-se mal com o calor, como ficou demonstrado nos incêndios deste Verão. Também os brasileiros se queixam do frio e da chuva em Portugal, mas nós gastamos quilos de desorderizantes, se formos até Copacabana. Tomar e Sertã, quase morriam de susto com o Tornado da semana passada, mas nos EUA, se não os tiverem, até sentem saudades. Um Esquimó, se for até ao deserto de Nevada, morrerá assado, mas um americano no Norte da Gronelândia, anda com cavacos ás costas para a fogueira. Tudo é relativo e, depende da adaptação. Também as alterações do clima, não me assustam. Creio já o ter afirmado, mas volto a repetir: é o preço que o Homem tem de pagar, pelo galopar da civilização. Nós vamo-nos adaptar às novas condições, conforme forem surgindo. O que me preocupa, é o deixa-andar das pessoas com responsabilidade. Sabe-se p.ex., que daqui a algumas dezenas de anos, as águas do mar, estarão muitos centimetros acima do nivel actual, e nada se faz para prevenir as consequências, pois fazer menos emissões de CO2, só servirá para atrasar o processo, mas nunca para o deter. Deveria -se começar desde já, a retirar populações ou a criar diques onde fosse defenida a sua necessidade. Mas grandes interesses económicos, movem-se neste avanço da civilização, e não estão interessados, numa verdadeira politica de defesa da humanidade. Mas não vamos morrer por causa disto. »» Carlos Fialho |
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Carlos Fialho escrito em: 01. Dez. 2010 ás 20:03:11 |
Comentário a "Crónicas de Londres" «« É David Cameron que fala acertado. Pragmático, sem dúvida o tratado de cooperação Anglo-Francês. As novas correlações de força, principalmente económica; a globalização da economia e da comunicação, assim o forçam; porque na questão da amizade pura e simples, dos povos, ainda vem longe a era. As guerras, guerrinhas, intrigas palacianas, etc., vêm de há muitos séculos, e vão ser precisos muitos ainda, até desaparecer a desconfiança entre os continentais francófonos e os ilheus do Norte. Por curiosidade, direi que são os dois países mais mal-amados da Europa; onde contribuiu para isso, as tentativas de Napoleão para dominar o Continente, e a insolência da barriga imperialista dos britânicos. Mas o sonho de De Gaulle, de uma independência politico/militar em relação aos americanos, crei nunca se poder realizar. A multifacetada Europa, as multifacetadas cultura e História europeias, não vão deixar criar uma Europa de cima para baixo. Para lá chegar, terão de ser os povos de baixo para cima a fazê-lo, mas quando isso chegar, também uma união não será só europeia, mas uma união que englobará o resto do Planeta. Para já, iremos vivendo nesta conturbada UE do capital e das policias. E, aqui reside o interesse estratégico deste tratado. Quanto a mim, as Forças Armadas Europeias, independentes, não podem co-existir com os EUA,sob pena de uma III Guerra deflagrar. Os interesses económicos, são antagónicos, pese a aliança tácita do capital, enquanto tem de se defender da socialização, como o comprova o comportamento dos ingleses mais os EUA, na II Guerra: por eles, bem a França hoje seria Alemã; só intervieram, quando surgiu o perigo dos soviéticos chegarem aos Pirinéus ou mesmo ao Cabo da Roca. Mas o tempo ditará a sorte. »» Carlos Fialho |
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Carlos Fialho escrito em: 25. Nov. 2010 ás 18:03:31 |
«« Como disse na primeira vez, não tenho muita fé, não só porque desconfio de tudo e todos os que estão ligados aos meios politicos do chamado Ocidente, como até por aquilo que ouvi e li na entrevista dada por Aung San Suu Kyi ao correspondente da BBC. Tem uma História bonita e bastante dramática, que bem aproveitada pelas forças verdadeiramente populares e democráticas, pode perfeitamente servir de bandeira na passagem para a democracia; no entanto, não gosto de conciliações e não me parece que os militares, que se auto proclamando de comunistas e não passam de fascistas encaputados, deixem o poder a troco de amnistias e coisas no género. Não sei se leu os meus comentários ligeiros numa segunda noticia do JN, onde o meu amigo também fez e desejava sorte à "mãe da Birmânia", mas aí a primeira coisa que me veio à ideia, foi a trágica sorte de Benazir Bhuthu e de Indira Gandhi. Espero estar enganado, mas infelizmente, vaticino o fim trágico a esta mulher; e, aí, a responsabilidade não será só dela, mas também de todos aqueles que dela se servem, para combater o que não é. Quanto ao seu escrito em si, como sempre nos habituou, é uma liçao de jornalismo, entre a reportagem e a História. Tem aqui a promessa de um leitor assíduo e, sempre que souber ou julgar saber, um comentador. Um abraço deste velho esquerdista. Carlos Alberto Fialho (CAF) |
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Alfredo Teixeira Nosolini escrito em: 04. Nov. 2010 ás 22:49:21 |
Sr. Director
Parabéns para o V/ correspondente em Mosteirinho, porque está a escrever melhor, mas não foi nas "novas oportunidades", isso eu afianço! O Jornal agora tem menos erros e o P.F. continua a ser a estrela do seu semanário Continue. Um grande Abraço Alfredo T. Nosolini |
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Jornal de Tondela escrito em: 29. Sep. 2010 ás 20:01:34 |
Devido a problemas técnicos com o servidor fomos obrigados a criar um novo livro de visitas que fica à disposição dos leitores para fazerem os seus comentários.
Jornal de Tondela |
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